quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Por que não se ouvem os conselhos?

Nessa vida de terreiro se vê de tudo, desde casos clássicos de obsessão espiritual até muitas vezes afetações de adolescentes ou pessoas mais solitárias procurando o par ideal, como se a Umbanda fosse um balcão de informação ou cadastro de currículos amorosos. Infelizmente isso é devido à inúmera propaganda negativa causada pelos descontentes com as regras morais tão bem expostas no evangelho de Cristo e em outras obras de igual teor, seja de que origem for, como os tais pais e mães de poste.

Quando você vai até um atendimento sério espiritual, ouça atentamente tudo o que o guia tem a falar, depois raciocine sobre isso e absorva os ensinamentos. Se tiver que mudar algumas atitudes, mude! É isso que está causando o sofrimento ou descontentamento na sua vida.

O plano material é um local onde aprendemos muito, estamos aqui simplesmente pelo aprendizado, pela experiência, pela dificuldade em passar por certas situações. Se o plano espiritual nos deu uma ferramenta tão fascinante como essa que é a conversa com guias espirituais, que conseguem enxergar um panorama mais abrangente é porque devemos aproveitar para o nosso aprimoramento.

Então quando um guia disser faça algo e isso passar pela sua razão e seu discernimento, então faça mesmo. Não espere que o guia faça algo por você se nem você mesmo está fazendo algo por você.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

9 Indícios de que você é uma Alma Antiga.

Alguns textos merecem ser lidos e compartilhados, esse em especial me chamou a atenção, pela identificação que tive com o mesmo, acredito que para muitos acontece assim. Por isso pedi permissão para Aletheia Luna do blog Lonerwolf para reproduzir aqui seu texto, acompanhe-o abaixo e veja se você é uma Alma Antiga.



segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Ataques a casas espirituais e terreiros, uma visão do Sr. Exu Tiriri

No interesse sobre o assunto de ataques a casas espirituais questionei o Sr. Exu Tiriri sobre isto.

Lembro a todos que nem sempre a resposta de um guia é a verdade absoluta, até porque eles também estão limitados a seus graus evolutivos, então recomendo sempre o discernimento sobre toda e qualquer questão e explanação dos guias espirituais.

Aquilo que lhe servir, então, absorva. O que não servir, descarte.

Segue abaixo alguma de suas respostas:

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Na consulta com um guia espiritual

Estamos tão acostumados a ir a giras ou sessões espirituais e ver a comunicação dos espíritos que muitas vezes não paramos para pensar no que ocorre antes e depois daquele transe mediúnico e também não pensamos no guia em si.

O guia, claro, não é onipotente, logo não pode executar qualquer coisa num passe de mágica, ele como um servidor da Lei Maior respeita o livre arbítrio e também sempre segue a regra da NECESSIDADE e do MERECIMENTO. Apesar dele (a) querer ajudar a alguém muitas vezes não é possível, pois o problema pelo qual o consulente está passando é algo relacionado a sua programação de vida ou este não tem o fator necessidade ou merecimento.

O guia não está disponível a todo o momento para nós, ele vem de paragens distantes, dos mundos espirituais, alguns em outros orbes. A gente reclama muitas vezes da distância de alguns quilômetros que nos separa de casa e do terreiro ou casa espiritual, mas imagina só o espírito guia quanto que não tem que atravessar em distância para estar presente num dia de atendimento? 

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Obsessão e suas relações interdependentes.

The Remorse of Orestes por William-Adolphe Bouguereau
É atribuído aos espíritos obsessores grande parte dos males que a humanidade acaba vivenciando, porém essa dependência não é apenas de via única, não é apenas o espírito malfazejo que precisa de algo e nos ‘suga’ e sim uma relação de mão dupla.
Para uma obsessão se instalar é necessário um ambiente propício, ou seja, uma mente em desequilíbrio afetada por vaidade, orgulho, arrogância, prepotência, entre outros.

Os estágios da obsessão se tornam confusos, muitas vezes sou interpelado por espíritas sobre isso, e me perguntam se não sigo o que Kardec deixou codificado, bem, minha resposta parte do seguinte princípio: “Os estudos do Kardec se deram em uma época que podemos chamar de nova aurora da espiritualidade ocidental, porém não quer dizer que eles ficaram engessados e congelados no tempo, impedidos de evoluírem ou se alterarem conforme o passar dos anos e também a experiência dos espíritos trevosos.”.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Mediunidade, chave para evolução ou não?

A mediunidade é uma das ferramentas mais fantásticas a disposição do ser humano. Alguns questionam a mesma como sendo uma forma de contato com um mundo ao qual não deveríamos ter acesso, justificando essa posição através do esquecimento do reencarne.

Eu penso que, mesmo na mediunidade, as coisas são reveladas em doses homeopáticas, sempre com um cuidado maior das entidades que regem nossas existências, para que não haja uma interferência no plano da vida de forma a nos desviar do plano proposto antes de retornarmos a vida carnal.

Mas a mediunidade não está aí para o ser humano usá-la a seu bel prazer e deleite, ela tem quem ter um propósito de elevação. É muito comum encontrar entusiastas da mediunidade procurando ter acesso a conhecimentos secretos, mensagens de grandes revelações e assim por diante, contudo essa não é a função da faculdade mediúnica.

Acredito que a mediunidade com o amadurecimento moral do ser humano cederá espaço para uma vertente mais branda da mesma, conhecida como canalização ou ‘channeling’, muito próxima da mediunidade intuitiva.

Mas para isso temos que evoluir, não só intelectualmente, não só espiritualmente, mas temos que evoluir como espécie, como unidade. Quando a humanidade começar a deixar as travas terrestres para trás iremos vivenciar uma realidade também destravada, por enquanto ainda precisamos do açoite, mas não custa ter bons pensamentos e desejar que a palavra seja a nossa principal ferramenta, a palavra para o engrandecimento da humanidade.

domingo, 30 de março de 2014

Herbarium – Alecrim

Nome Popular:  Alecrim
Nome científico:  Rosmarinus officinalis

Além do seu uso costumeiro na culinária também é muito fácil encontrar o alecrim como um aromatizador ambiental. Conhecido como a planta da alegria, têm propriedades que atraem o bem-estar e reduzem a fadiga mental.

Por ser rico em antioxidantes é considerado um rejuvenescedor cerebral, sendo utilizado para esse fim desde o Egito antigo.


Sempre consulte um profissional capacitado para melhor utilização das ervas, plantas e óleos aqui citados.


Existem dosagens específicas e as formas de administração são diversas.